Passo a maior parte do tempo esperando ansiosamente pelo fim, assim como espero um cigarro terminar para que possa dar atenção à outra coisa – que me levará ao próximo cigarro. Uma ânsia do que está por vir, para poder, enfim, sentir o leve perfume quase irreconhecível da nostalgia. Não existe solidão e seu antônimo desconhecido: são solidões diferentes.
Não sei mais por onde comecei. É o tipo de coisa que se começa pelo meio.
Eu nunca espero o fim, eu faço com que o fim chegue logo, para eu poder buscar outra coisa, que vai me levar a forçar outro fim, ad infinitum…
No satisfaction… e depois sentir saudades, achando sempre que eu poderia ter experimentado mais daquilo…