Quatro da manhã.

Quatro da manhã, quando cantam os passarinhos. Que estão a tramar os malditos pássaros? Cantam à desgraça, ao estúpido fim da vida… Danem-se. O mosquito vêm… O que ele quer? A fumaça que sobe, o mosquito que vêm (e os pássaros que cantam). A faca está ali (o fósforo está ali). Inspira, espira; pra dentro, pra fora. Porra! Quatro da manhã!

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